Quando a América Central era um destino extremamente turbulento, a Costa Rica já era um oásis seguro. Por isso, hoje, está anos à frente, em infra-estrutura turística, de seus vizinhos Nicarágua (de cima) e Panamá (de baixo). A despeito dos seus 112 vulcões, a Costa Rica consegue ter um sono tranqüilo e acordar no melhor humor para fazer o desjejum com arroz e feijão sim, é o que se come por lá no café-da-manhã e receber mais de 800 mil visitantes por ano.
Há quem prefira gastar boa parte do tempo em San José, a pacata capital de 300 mil habitantes, que conta com bons hotéis, uma preservada arquitetura colonial, e foi a terceira cidade do mundo a ter luz elétrica ainda em 1884, depois apenas de Paris e Nova York. Mas a maior parte dos visitantes é mesmo formada por ecoturistas, que se bandeiam país adentro para descobrir como um lugar tão pequeno consegue reunir tantas paisagens diferentes. São três serras vulcânicas, uma cordilheira, selvas tropicais, verdes vales, rios caudalosos, savanas, vulcões extintos (como o Poás) e ativos (o Arenal e o Rincón de La Vieja, entre outros), enseadas caribenhas e praias de ondas bravias. E tudo isso em uma área cinco vezes menor que a do estado de São Paulo! |